windows VISTA
o próximo lançamento da engenharia de Redmond
quer tão somente dizer
"Various Improvements Similar To Apple's"
especializado em ser..
não-especialista
o próximo lançamento da engenharia de Redmond
quer tão somente dizer
"Various Improvements Similar To Apple's"
Ao verem que culpabilizar Lisboa não estava a 'colar', a pessoa-que-está-atrás-do-balcão da "loja ponto já" de braga teve um rasgo de genialidade para um novo 'descalça a bota':
"Os computadores são só para a internet"
É, então, por isso que não actualizam o navegador de internet [Safari] nem fazem as actualizações de segurança [?]
Ou será que é a, muito mais simples atitude do não-funcional público: evitar aprender o que quer que seja que aprender só traz mais trabalho??? [é que é muito difícil chegar a
este quadro aqui de cima, e aprender
a trabalhar com ele também]
Chamam-se os senhores do GuinnessBook para registar o feito destes portugueses:
Já aguentam há mais de um ano a não-aprender a trabalhar com estes computadores.
Nem o mais básico. Nem por ver que a maior parte dos jovens que frequenta este espaço não se sente imediatamente à vontade com as máquinas.
Quando querem editar um texto dizem-lhes que não dá. As máquinas têm dois [2] editores de texto instalados.
Querem abrir um PDF e dizem-lhes que não dá. Basta um [surpresa] duplo-clic.
Já ouvi alguns a dizer que "os Mac não prestam" que nem dão para abrir mais janelas no navegador de internet. Porque não sabem que [igual no windows] se pode abrir uma nova janela no menu "file". [nem falo do conceito de nova "aba", presente em todos os navegadores que não o microsoft internet explorer =<6]
Já ouvi, até, chamarem-lhe "windows-linux" que "também são windows mas são linux". Aqui quase acertam. Que tem janelas e são UNIX.
o PC modular.
uma 'estante' em que os módulos se 'guardam' pousados lado a lado.
src
With just about 24 hours to go before the press event takes place, we here at TUAW got together in our secret offices in Bates City, Missouri to make our final predictions. Here's what we had to say.
C.K.:
Ora um dia um dos «meus» garotos veio dizer-me que estava muito «chateado» -- a palavra é dele -- já que a sua professora de desenho lhe marcava sempre falta porque ele não tinha estojo de desenho, nem dinheiro para o comprar. O remédio foi fácil, fui a casa, procurei o estojo e entreguei-lho. Mesmo assim, não serviu, porque em retorno me trouxe um papel escrito pela professora -- por ele é que não foi -- dizendo «Para as aulas de desenho, todos os alunos têm que trazer um estojo marca Kern». E o dele era Molin, não servia.
Todo me abespinhei, é evidente, protestei e voltei a protestar, mas não consegui nada. Há falta de outro recurso, contei o caso aqui neste jornal, já então o mais lido do país, e esperei que as autoridades, tomando conhecimento, actuassem. Nada! Como um charco! E eu, tenho que o dizer, fiquei ainda com menos consideração pelas instituições do meu país.
A que vem isto agora? Ao meu desesperado desespero ao ver nos jornais o anúncio da venda em hasta pública da Molin, tudo incluído, edifícios, terrenos, máquinas e intangíveis, por quatro milhões de euros. Faliu. Porquê? Porque com certeza não vendia a quantidade necessária. E porque não vendia? Porque os alunos portugueses eram obrigados a comprar Kern, suíço. Melhor não sei se seria, mas mais barato não era com certeza. E porquê? Kern? Isso é que eu gostava de saber, e creio que não deveria ser só eu que deveria gostar de saber. Porque a qualidade Molin não servia para o Aristides, um principiante e que principiante? Alguém será capaz de o dizer? A tal professora?
Enfim, tudo isto é muito triste muito triste, e ninguém será capaz de calcular a tristeza que tudo isto deu ao Português que sou, e que em tudo gostaria de me orgulhar de ser. Com que tristeza o escrevo!
Almeida e Sousa escreve no JN, quinzenalmente, às segundas-feirasHá 25 anos, tinha alguma responsabilidade na indústria do norte e todo me consolava com os progressos que sentia em muitas unidades fabris, algumas dos ramos tradicionais, outras mais atípicas. Umas das que seguia com orgulho, e desde o princípio, era a Molin, fábrica de material de desenho, única no país, e cujo progresso era de todos os dias. É evidente que em todas as entidades que de mim dependiam, só se comprava a Molin. Eu próprio, embora já o não usasse profissionalmente, tinha um estojo Molin.